Objetivo:
Vivemos em um mundo recolonizado? Quais diferenças entre o colonialismo clássico, caracterizado pela ocupação militar direta e pela administração política de um país sobre outro, e as estruturas de poder atuais? As Gestalt-terapeutas se organizam na contemporaneidade de modo a elaborar posicionamentos e intervenções política e clínica para o enfrentamento da colonização da mente e do corpo. Combater a domesticação do corpo e as novas formas de opressão na era digital e científica requerem da clínica gestáltica estratégias focadas em devolver a autonomia, a presença e a dignidade as pessoas. O objetivo dessa palestra é refletir criticamente acerca dos discursos de tendência essencializante sobre as alterações corporais na atualidade provocadas pela busca de superação da finitude, por meio da IA; padronização estética da subjetividade; Pensar e criar estratégias educativas e terapêuticas gestálticas para desconstruir a experiencia padronizada.