Solidão como condição existencial: uma leitura fenomenológico-existencial de Eu que nunca conheci os homens

Loneliness as an Existential Condition: A Phenomenological-Existential Reading of I Who Have Never Known Men

Autores/as

  • Sara Maria Valentim Costa Lima Universidade Federal do Ceará
  • JUREMA DANTAS Universidade Federal do Ceará

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.22286523

Palabras clave:

solidão, isolamento social, fenomenologia, psicologia

Resumen

Este artigo propõe uma leitura fenomenológico-existencial de Eu que nunca conheci os homens (1995/2021), de Jacqueline Harpman, visando compreender a solidão não como mero efeito do isolamento social, mas como dimensão originária do existir. Trata-se de ensaio teórico-hermenêutico fundamentado na ontologia de Martin Heidegger, em diálogo com a psicologia fenomenológico-existencial. A narrativa é interpretada como campo de desvelamento de desamparo, liberdade, finitude e responsabilidade. A ausência do outro não extingue o ser-com, mas evidencia sua estrutura ontológica, revelando a tensão entre coexistência e estar-só. Sustenta-se que a solidão pode constituir possibilidade de singularização e abertura ao sentido, ampliando sua compreensão na psicologia contemporânea e indicando implicações para a clínica fenomenológico-existencial.

Biografía del autor/a

Sara Maria Valentim Costa Lima, Universidade Federal do Ceará

Graduada em Psicologia pela UFC

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Publicado

2026-09-03

Cómo citar

Lima, S. M. V. C., & DANTAS, J. (2026). Solidão como condição existencial: uma leitura fenomenológico-existencial de Eu que nunca conheci os homens: Loneliness as an Existential Condition: A Phenomenological-Existential Reading of I Who Have Never Known Men. IGT Na Rede ISSN 1807-2526, 23(45). https://doi.org/10.5281/zenodo.22286523

Número

Sección

Artigos produzidos a partir de monografias