Vergonha, o inabitável da neurose

Autores

  • Stephanie Boechat ABG

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.21922228%20%20%20%20

Palavras-chave:

Vergonha, 5. Gestalt-terapia., Afeto, Self

Resumo

A prática da psicologia é atrelada ao exercício da escuta, isto posto, o trabalho clínico vai além dos estereótipos sociais postos e propostos a ele, inclusive durante os cursos de formação. Nesse viés, surge a questão, como e o que temos escutado? Ou, o que não está tendo espaço durante meu encontro com o outro? Diante dessa problemática, que atravessa o setting terapêutico, construo esta pesquisa através de um ensaio teórico, baseado em pesquisa bibliográfica e minhas experiências clínicas, a fim de abordar sobre esse afeto recursivamente evitado, seja pelo terapeuta ou cliente: a vergonha. Tal projeto é uma aposta de aliança entre a Gestalt-terapia e seus conceitos primordiais, como funções do self e suas bases formadoras contraculturais, na tentativa de pensarmos a clínica da neurose e a potencialidade do contato com a vergonha.

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Publicado

2026-08-13

Como Citar

Boechat, S. (2026). Vergonha, o inabitável da neurose. IGT Na Rede ISSN 1807-2526, 23(45). https://doi.org/10.5281/zenodo.21922228