Intencionalidade, em carne e osso fronte ao ciclo do contato psicopatológico

Intentionality, in flesh and blood toward a fore-contact psychopathology Jean-Marie Robine

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.15019841

Resumo

Trabalhando na perspectiva de campo requer uma mudança radical na
aproximação do encontro terapêutico. Nós precisamos focar no que é chamado ―a situação‖ e o conceito de intencionalidade deve ter uma grande importância.
A função-personalidade do mesmo sempre leva a intenções repetitivas por atos
que previnem contatos com a novidade. Por essa razão, gestalt-terapêutas
podem frutiferamente ―voltar ― ao conceito de intencionalidade, com prioridade
para qualquer formação de intenção consciente ou agencia. Meu ponto de vista
é que a intencionalidade de um que está na presença de outra pessoa tem que
ser conquistada através da afetividade, que é, por via na qual o outro é afetado
pelo encontro. Longe de qualquer diferenciação prematura ou assignação de
responsabilidade sem estar atento pré ou não consciente intencionalidade deve
ser uma aproximação conforme vai se tornando cada vez mais atenta, e
disponível para novas provisões diferenciadas. Como resultado dessa
mudança proposta, uma nova base é dada para a psicopatologia do contato.
Os terapeutas se auto-descobrem recebendo novos significados.

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Publicado

2009-10-16

Como Citar

Intencionalidade, em carne e osso fronte ao ciclo do contato psicopatológico: Intentionality, in flesh and blood toward a fore-contact psychopathology Jean-Marie Robine. (2009). IGT Na Rede ISSN 1807-2526, 6(11). https://doi.org/10.5281/zenodo.15019841